terça-feira, 9 de novembro de 2010

Aponta pra Fê, e rema..


Ela não gosta do bom gosto

não gosta de bom senso,

muito menos dos bons modos.

Agüenta até rigores
não tem pena dos traídos
hospeda infratores e banidos (bandid@s?)
Ela respeita conveniências
não liga pra conchavos
Suporta aparências
não gosta de maus tratos (depende!)

Ela não liga pra etiqueta
Aplaude rebeldias
Respeita tiranias

Ela gosta dos que têm fome
Dos que morrem de vontade
Dos que secam de desejo
Dos que ardem

Hoje é o dia em que ela arde,

De amor, de vida, de cor..

Dia de renovação e transformação!

Luz, força, sabedoria, alegria.

Caminhos de luta e superação

Sorriso no rosto e no coração!

Ahô, Fê, ahô!!!!


sábado, 30 de outubro de 2010

TPM

Se for TPM, ela já se encontra em seu estágio super avançado, e nada de sangue algum descer. O mês de outubro me entrega para novembro da forma mais insuportável que se possa imaginar (o drama faz parte dela, da TPM). Abuso, abuso, abuso! O que antes me aborrecia, agora então, me aborrece triplamente. A paciência foi-se embora e o caos se instala em mim. Inconstância, ansiedade, implicância, ah, dramas também; nunca me vi tão intolerante. Uma vontade de que o mundo exploda, mas a carência tem sido tanta que, por vezes, o que quero é só um afago “qualquer”. Eita, que final de mês complicado, que tardes tediosas, que noites perturbadas, de longos sonhos ou insônias desnecessárias. De repente momentos nostálgicos, um revirar de fotos antigas, uma saudade enorme da vó que se foi, falta da mãe que está em casa, preocupação com a saúde do pai, e a vontade de um amor, que dê colo, cuide, não sufoque e eu não queira sufocar, que olhe nos olhos e faça o tempo parar.

Pois bem, parei, vou cuidar na vida, que até TPM tem limite!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Sem sentido!

Há uma mistura quase imperceptível, ou não, entre o dizer, o sentir, o fazer, e principalmente o viver. Uns dizem algo daqui, outros dizem muitas coisas dali, e eu vou seguindo por entre esses tais dias loucos e coloridos, sem reparar muito nesses dizeres, até porque, nem faz tanto sentido assim, ou, talvez, eu não queira que faça. Tempestade de dúvidas, um mar de certezas. Confusões que surgem nas noites mais calmas e desaparecem ao raiar de dias corridos.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Meu Pai, Meu Professor!

E lá está um pouco da nossa história, de tempos atrás. Eu e meu pai, nas páginas do Jornal O Povo.

http://www.opovo.com.br/app/opovo/fortaleza/2010/10/15/noticiafortalezajornal,2052830/pais-e-professores-ao-mesmo-tempo.shtml

"O POVO conta histórias de professores que são ou foram, literalmente, mestre e pai, sendo professores dos próprios filhos."

Entrevista dada ao Jornalista e Amigo de Infância, Thiago Mendes:

"Quem também viveu a experiência dupla foi o professor de Matemática Luiz Alves. Em 2001 e 2002, ele foi professor, no Ensino Médio, da filha Ana Laíse.

Luiz conta que não fazia diferença entre filha e aluna. Prova disso, ressalta ele, foi ela ter ficado de recuperação na matéria no fim do ano. “Só era esquisito quando ela me chamava de pai na aula”, diz.

“As pessoas tiravam onda dizendo que eu tinha acesso a provas e gabaritos. Mas por conhecerem ele, sabiam que isso não acontecia”, relembra Ana, hoje com 24 anos. Na sala de aula e em casa, Ana conta que o pai a ensinou que liberdade é sinônimo de responsabilidade. “Também aprendi a confiar em mim, a acreditar no meu potencial, sempre”, resume."

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Vai passar

" Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está aí, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada 'impulso vital'. Pois esse impulso ás vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás pensando algo assim como 'estou contente outra vez' "

Caio Fernando Abreu

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Vai Saber?

Talvez eu nunca tenha feito parte, nunca tenha assumido fazer, ou todos os sentimentos em mim tenham explodido quando não mais adiantou explodir. Ou não; Vai Saber? Não há entendimento, não há paciência, não há! Mas tem que haver. Tudo ficou diferente, e está. Os sentimentos e tantas outras coisas tomaram proporções absurdas; a saudade, as dores, os dramas, as cores, as flores, o que dirá dos amores. Da paixão é melhor nem falar, a deixemos quieta, esperando o tempo fazer passar. E passe logo, tempo, passe! Mas, que tempo é esse, que tudo pára quando os corpos se encontram, os olhos ardem de desejo, e acontece, então, um abraço de almas, dois que se tornam um, por instantes de puro prazer, uma vontade de querer viver aquele momento, e se render. Mesmo que depois nada mais venha a acontecer, ali havia sentimento, tesão, emoção.. havia eu e você, havíamos nós, em busca de desatar alguns nós, de nos mantermos firmes, mesmo em meio a fragilidade do sentir, ou não sentir. E, com isso, algumas respostas surgem, a tranqüilidade toma conta, tudo bem, nem tudo tão tranqüilo assim, mas o arrependimento passa longe, a ilusão não se faz presente, a dor não se manifesta. A vida continua, os dias seguem, e permaneceremos em busca de ideais distintos, sentimentos contrários.. Mas seguiremos assim, na certeza de que tudo já não é tão certo e de futuro nunca se soube nada. Vai saber?

Segue Marisa Monte, na vitrola dos meus dias, especialmente apresentada a mim, por quem, talvez, me entenda e se faz presente, né, Didica? rs.. e assim sigamos, sem muito saber, com tanto querer.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Reviravolta

Quarto bagunçado,

mente mais bagunçada ainda.

Vida que revira, e volta.

Voltas que o mundo não para de dar.

Dor que é preciso encarar,

na certeza de que tudo vai passar..