segunda-feira, 11 de maio de 2009

Eu quero CRER

Coração tranqüilo (tentando)
Mente relaxada (nem tanto)
Borboletas ainda moram aqui (muitas)
Mas a calmaria surge,
Mesmo que em passos lentos!


Eu vejo a vida
Melhor no futuro
...
Eu quero crer
No amor numa boa

quinta-feira, 7 de maio de 2009

O que querer

Quero dias tranqüilos
E a felicidade estampando minha vida!
Quero esquecer o gosto amargo da dor,
Acreditar que esse é só um dos lados do amor.
Pôr um ponto final nesse sofrimento,
Mas não decretar o meu fim.
Quero sonhar com um Anjo Querobim
E em suas asas pegar carona
Para um mundo em que eu me encontre
E retorne completa e livre, pra seguir em paz.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Ela.


No meio da noite sozinha a vagar, colhendo as flores que encontra no caminho. Encanta-se com as luzes que alumiam seus olhos, se alegra com o cantarolar de pássaros que nem sequer estão ali, mas ela faz questão de acreditar que sim. Pede paz pro seu coração, calma nos seus dias, cautela nas decisões, esperança na vida, fé pra dentro de si. Ela pede, e acredita que será atendida, não sabe em que momento, mas tem a certeza que não pode demorar, pois, até quando suportará viver sufocada por uma culpa que não merece carregar?
Ela busca apoio onde menos imaginava encontrar, e se apóia fortemente, arranca dali energias necessárias para seguir. Nada disso é coisa besta, e muito menos um drama qualquer, isso é a realidade que insiste em gritar a todo instante para que ela ouça o quanto é preciso coragem.. pra lutar por ela mesma! E ela é apenas uma menina, que aprendeu a ser mulher, e hoje tenta se reecontrar, ou quem sabe até se perder.

Ainda que tarde, agora que é tarde
Sempre é cedo, cedo
Ainda que tarde, agora que é noite
Eu sinto medo...
(Amrago – Zeca Baleiro)

terça-feira, 5 de maio de 2009

Sonhos Contrários

O tempo passa
E eu aqui paralisada
Queria ter 12 anos de idade
Mas ao mesmo tempo peço maturidade

Fazendo da vida um teatro
Sei que tudo é uma ilusão
Tento desamarrar o cadarço
Mas a minha mãe me diz sempre: "_ Não!"

Te procuro, enlouqueço
Te encontro, enlouqueço
Por que você não me diz, o que eu realmente quero?!
Me procura, enlouqueça
Me encontra, enlouqueça
Você era a única coisa, da qual eu tinha certeza!
Enlouquece a minha cabeça...

Meu ódio
Minha decepção
Cegam minha alma
Machucam o meu coração

Às vezes sou carinhosa...
Ignorante...
Gosto dos dois lados
Minha personagem não sabe
Que aqui dentro anda tudo tão complicado!

Te procuro, enlouqueço
Te encontro, enlouqueço
Por que você não me diz, o que eu realmente quero?!
Me procura, enlouqueça
Me encontra, enlouqueça
Você era a única coisa, da qual eu tinha certeza!
Enlouquece a minha cabeça...

E se eu engano a mim mesma
Como posso acreditar em alguém?!
E se todos são falsos
Eu posso ser falsa também!
E não venha me dar conselhos,você me ajudou a estar desse jeito.
Quero estudar, quero dois salários,
Eu tenho sonhos contrários... (Mafalda Morfina)

segunda-feira, 4 de maio de 2009

calafrios

Dia de sol, enfim. Mas calafrios tomam conta de tudo aqui dentro.
Um vazio disputa lugar com uma enorme vontade de viver, reviver.
Necessidade de reaprender a dar passos firmes.
Sorrir e enxergar as novas cores, o mundo novo!
Abrir os braços pro que vem surgindo,
Deixar a porta aberta pra felicidade que não pode morrer.
Não morrerá!

quinta-feira, 30 de abril de 2009


A alma grita teu nome
O coração sangra de saudade
Insônias seguidas de lágrimas
Dor, muita dor.. Pavor!
A vida um caos, o amor em cacos.
Medo, angústia, solidão.
Verdades necessárias, não somente agora.
Mágoa inevitável, raiva controlada.
Passado, presente, futuro.. incertos.
Esse é o preço que se paga por amar demais,
O sofrimento. Será? Parece ser.
Preciso de esperança e força.
Quero paz!

quinta-feira, 9 de abril de 2009

De Cantos [En]Cantos!


Lugares perto, longe; por aqui, por ali.
Muitas cores, gente feliz, talvez lágrimas.
Às vezes tudo novo, outras vezes semelhanças.
Nunca vi fulano, conheço beltrano..
Uns vão, outros vem, em passos lentos, outrora pressa.
O mundo gira, as pessoas enlouquecem, o coração palpita.
A todo instante, em todo lugar, esbarramos em alguém,
Nunca nos vimos antes, e nunca mais nos veremos (quem sabe?!).
Assim se faz os dias, encontros e desencontros.
De cantos [En]Cantos.